sexta-feira, 17 de maio de 2019

Colégio Estadual Professor Edílson Souto Freire
Dias D'Ávila – BA



Emerson Araújo
Yasmin Santos


Os Anestésicos são remédios que são capazes de diminuir ou aliviar as dores, os opiáceos são derivados da papoila, foram usados por centenas de anos para fins recreativos e medicinais, a substância mais ativa no ópio é a morfina essa substância e altamente viciante mas e um poderoso analgésico sendo usado no século XIX na sua forma mais pura durante a Guerra Civil Americana.

Anestésico local

Anestesia por substâncias que bloqueiam a condução nervosa quando aplicada localmente e determinada zona ou região (cocaína, procaína ou novocaína, pantocaína, xilocaína ou lidocaína, etc.).

Definição de anestésico local

A classificação estrutural dos anestésicos locais os anestésicos locais possuem em sua maioria um grupo aromático (limpos solúvel, hidrofóbico) associado a um grupo amina (polar, hidrofílico). Esses dois grupos são liga dos por um a cadeia intermediária que determina a classificação do anestésico local como amida ou éster. Os exemplos de amidas são a lidocaína, bupivacaína e prilocaína.

Anestésicos gerais

São depressores do sistema nervoso central que determinam abolição das sensações, acompanhada de perda de consciência. Anestesia geral envolve combinação dos seguintes elementos: inconsciência, amnésia, analgesia, relaxamento muscular e bloqueio de respostas neuro-humorais ao estresse anestésico-cirúrgico. Não há qualquer anestésico geral que, isolada e simultaneamente, atinja todos os propósitos da anestesia.

Óxido nitroso

Foi descoberto em 1772 pelo clérigo inglês Joseph Priestley e utilizado, juntamente com outros gases inalatórios, na tentativa de cura de doenças que variam desde a tuberculose até moléstias gástricas.



Clorofórmio

O clorofórmio é um líquido incolor, de cheiro característico, de densidade maior do que a da água, volátil, solúvel em álcool e éter, não inflamável, de uso anestésico, representado pela fórmula química CHCl3, triclorometano.




Éter etílico 

Hoje em dia o éter e mais utilizado em laboratórios como solvente apolar para extração de essências e perfumes de origem vegetal e animal, etc.



Ciclopropano (C3H6)

É um anestésico por inalação. Na prática anestésica moderna tem sido substituído por outros agentes, devido à sua extrema reatividade em condições normais: Quando o gás é misturado com oxigênio há risco significativo de explosão.



Halotano

O halotano, é um agente anestésico volátil halogenado líquido, da família dos haloalcanos, utilizado para a indução e manutenção da anestesia geral.

Efeitos colaterais

As seguintes reações adversas têm sido relatadas: disfunção hepática leve, moderada e grave (incluindo-se necrose hepática); parada cardíaca; hipotensão; parada respiratória; arritmia cardíaca; hiperpirexia; tremor; náusea e êmese.



sexta-feira, 10 de maio de 2019


                                                                
Colégio Estadual Professor Edílson Souto Freire


Dias D'Ávila – BA


 Pedro Sena 
Iago Braga


Os Anestésicos são os remédios que são capazes de diminuir ou aliviar as dores, os opiáceos são derivados da papoila, foram usados por centenas de anos para fins recreativos e medicinais, a substância mais ativa no ópio é a morfina essa substância e altamente viciante mas e um poderoso analgésico sendo usado no século XIX na sua forma mais pura durante a Guerra Civil Americana. No ano de 1874 os químicos da época têm taram encontrar uma forma pouco viciante de morfina feita da heroína, mas a heroína e muito mais viciante do que a morfina logo se tornado um problema sério.

Opiáceos: papoila














Formula eletrônica da morfina:
       
Anestésicos locais
Anestésicos locais (AL) são amplamente utilizados como agentes para a anestesia e a analgesia durante o transo operatório e o pós-operatório. Para que o anestesista possa utilizar essas drogas com segurança e máximo efeito, faz-se necessário o conhecimento sobre a farmacologia dos anestésicos locais como um grupo e sobre a farmacologia específica dos diferentes AL. 

DEFINIÇÃO DE ANESTÉSICOS LOCAIS
 Anestésico local pode ser definido como uma droga que pode bloquear de forma reversível a transmissão   do estímulo nervoso no local onde for aplicado, sem ocasionar alterações no nível de consciência. Existem muitas drogas que, além d e seu uso clínico habitual, exercem atividade anestésica local, porém esse tutorial foca-se nas drogas que são utilizadas especificamente por suas propriedades de anestésico local.  A classificação estrutural dos anestésicos locais os anestésicos locais possuem em sua maioria um grupo aromático (limpos solúvel, hidrofóbico) associado a um   grupo amina (polar, hidrofílico).  Esses dois grupos são liga dos por um a cadeia intermediária que   determina a   classificação do anestésico local como amida ou éster.  Os exemplos de amidas são a lidocaína, bupivacaína e prilocaína.  Os exemplos de ésteres incluem a cocaína e ametocaína.  As diferenças clinicamente relevantes entre as amidas e ésteres A ligação 
molecular que existe nos anestésicos locais do tipo éster é mais fácil de ser quebrada que a ligação molecular do 
grupo amida, por isso os ésteres são m ais instáveis em solução e não podem   ser armazenados por tanto tempo quanto   as amidas s.  As amidas são
termoestáveis e   podem   sofrer o processo de autoclave, os ésteres não.  O metabolismo da maioria dos ésteres resulta na produção de ácido para amino benzoico (PABA) que pode ser associado a reações alérgicas, enquanto as amidas raramente causam reações alérgicas.  Por essas razões, atualmente as amidas são mais utilizadas.

Anestésicos gerais
São depressores do sistema nervoso central que determinam abolição das sensações, acompanhada de perda de consciência. Anestesia geral envolve combinação dos seguintes elementos: inconsciência, amnésia, analgesia, relaxamento muscular e bloqueio de respostas neuro-humorais ao estresse anestésico-cirúrgico. Não há qualquer anestésico geral que, isolada e simultaneamente, atinja todos os propósitos da anestesia

Oxido nitroso
O oxido nitroso e um analgésico por inalação ou por mistura com oxigênio, e utilizado na odontologia para diminuir a dor e ansiedade associada aos procedimentos, nos procedimentos dolorosos de curta duração como a colonoplastia e procedimentos a laser e emergência hospitalares.

Os benefícios do oxido nitroso e a rápida absorção tomando os seus efeitos eficientes a média e de 3 minutos para atingir o pico dos seus efeitos e para o corpo eliminar o analgésico e de 5 minutos por tanto e de fácil administração e sem efeitos colaterais por inalação, ele potencializa a atividade de outros anestésicos

Clorofórmio
O clorofórmio e um anestésico que foi utilizado para procedimentos cirúrgicos na Inglaterra em 1847, o clorofórmio e aplicado sobre a pele a temperatura da pele caia rapidamente porque ele absorvia o calor desse modo os nervos sensitivos ficam dormentes assim diminuía a dor. Mas logo foi parado de utiliza-lo em cirurgias pelo seu alto grau de toxidade sendo por inalação ou ingestão do mesmo, o clorofórmio pode causar parada respiratória, comprometimento do sistema nervoso central e danos irreparáveis ao fígado e rins.

Éter Etílico (C2H5)2O
O éter etílico e um anestésico que sua evaporação em contato com a pele causa uma sensação de frio e assim diminuindo a sensibilidade podendo assim aplicar injeções com mais facilidade, o seu uso por inalação permitiu q cirurgias mais evasivas fossem feitas. Mas esse anestésico tem alguns riscos pelo fato de ser tóxico causando irritações no trato respiratório e mal-estar além de ser inflamável
Hoje em dia o éter e mais utilizado em laboratórios como solvente apolar para extração de essências e perfumes de origem vegetal e animal e etc.


Ciclopropano Ciclopropano(C3H6)
é um anestésico por inalação. Na prática anestésica moderna tem sido substituído por outros agentes, devido à sua extrema reactividade em condições normais: Quando o gás é misturado com oxigénio há risco significativo de explosão.
 Halotano C2HBrClF3
 Halotano não é recomendado para anestesia obstétrica exceto quando o relaxamento uterino é necessário. Também é contra-indicado quando existe história ou suspeita de hipertermia maligna. Quando houver hipersensibilidade ao halotano ou ao componente da fórmula. A relação risco-benefício deve ser avaliada nas seguintes situações clínicas: pneumotórax, pneumoencefalografia, embolia gasosa, disfunção hepática, icterícia ou lesão hepática aguda após exposição a anestésicos gerais, arritmias cardíacas, diabetes não controladas, disfunção renal, toxemia gravídica, hipertensão intracraniana, miastenia grave e feocromocitoma.

Efeitos colaterais
 As seguintes reações adversas têm sido relatadas: disfunção hepática leve, moderada e grave (incluindo-se necrose hepática); parada cardíaca; hipotensão; parada respiratória; arritmia cardíaca; hiperpirexia; tremor; náusea e emese. 

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Ácido Acetilsalicílico e o Paracetamol


Ácido Acetilsalicílico e o Paracetamol

Colégio Estadual Professor Edilson Souto Freire
Dias D'Ávila – BA


Fernando Santana
Henrique Guilherme
Natália Anjos
Paulina Barreto



Ácido Acetilsalicílico (AAS), é um medicamento utilizado como anti-inflamatório, antipirético, analgésico. É, em estado puro, um pó de cristalino branco ou cristais incolores, pouco solúvel na água, facilmente solúvel no álcool e solúvel no éter. A reação feita para a sua obtenção é entre o ácido salicílico e o anidrido acético. Se os comprimidos da aspirina  ficarem guardados por um longo tempo, poderemos sentir um cheiro de vinagre, o que indica que o seu consumo não é recomendado, podendo causar violenta irritação. Isso significa que a aspirina sofreu decomposição por hidrólise, originando o ácido salicílico e ácido acético (ácido presente no vinagre). É indicado para aliviar dores em geral. Além disso, a aspirina é utilizada no tratamento de câncer, diabetes, mal de Alzheimer.
Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da ciclooxigenase (COX-1). Esse efeito inibitório é especialmente acentuado nas plaquetas, porque estas não são capazes de sintetizar novamente essa enzima. Acredita-se que o Ácido Acetilsalicílico (substância ativa) tenha outros efeitos inibitórios sobre as plaquetas. Por essa razão é usado para várias indicações relativas ao sistema vascular.
Pode provocar irritação da mucosa gástrica e sangramento digestivo, sobretudo em dose alta e tratamento prolongado. Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por broncoespasmo, asma, rinite, urticária e outras manifestações cutâneas. O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com diminuição da função renal.A fórmula do ácido acetilsalicílico é um composto orgânico de funções mistas, sendo que ele possui um grupo funcional ácido carboxílico e um éster presente em sua estrutura.

A sua fórmula molecular é: C9H8O4





O paracetamol é um dos fármacos mais empregados no mundo, podendo ser administrado associado com outras substâncias, como cafeína ou aspirina. Tem sido utilizado há muitos anos, porém a primeira vez que observaram sua toxicidade foi na década de 1960. Hoje é a droga mais comum em auto envenenamento, com uma alta taxa de morbidade e mortalidade. O paracetamol, também conhecido por acetaminofeno, é um fármaco com propriedades analgésicas e antipiréticas utilizado essencialmente para tratar a febre e a dor leve e moderada, embora existam poucas evidências de que o seu uso seja realmente eficaz no alívio da febre em crianças.

O paracetamol é um metabólito ativo da acetanilida e da fenacetina e devido a sua menor toxicidade em relação às mesmas, passou a substituí-las em diversas formulações farmacêuticas, sendo administradas doses diárias que variam de 0,3 a 1g. Ele vem substituindo o ácido acetilsalicílico (AAS), pois possui propriedades analgésicas e antipiréticas análoga, sendo muito recomendado a pessoas que apresentam sensibilidade ao AAS.
O paracetamol pode ser obtido pela redução do nitrobenzeno com zinco metálico na presença de cloreto de amônio, levando à formação de um sólido instável N-fenil-hidroxilamina, o qual é imediatamente tratado com uma solução de ácido sulfúrico para a obtenção do p-aminofenol. Em seguida o p-aminofenol é acetilado com anidrido acético, para a formação do paracetamol, que pode ser purificado por recristalização a partir de uma solução hidroalcoólica.
Se usado em doses altas, misturadas com bebidas alcoólicas, visto que o fígado, quando está a metabolizar o álcool, não pode metabolizar simultaneamente o paracetamol, aumentando, portanto, o risco de hepatotoxicidade.

A sua fórmula molecular: C8H9NO2






A cafeína é um composto orgânico da família dos alcaloides. Os alcaloides, por sua vez, são aminas cíclicas que apresentam anéis heterocíclicos contendo nitrogênio. Além de ser um alcaloide, a cafeína é uma amida(substância que apresenta o nitrogênio ligado a um grupo carbonila). As principais fontes de obtenção da cafeína são a semente do café e a folha de chá-preto.  
A cafeína é estimulante do sistema nervoso central e, assim como todo alcaloide, causa  dependência química, ou seja, vicia. Com as informações dadas acima, observa-se que muitas vezes as pessoas tomam café para que a cafeína atue como estimulante e elas permaneçam acordadas por mais tempo. No entanto, seu efeito, para essa finalidade, é muito passageiro, assim a pessoa aumenta as doses de café. Como a cafeína leva ao vício, a pessoa ingere cada vez mais essa substância. O consumo excessivo de cafeína pode levar até mesmo à morte, pois pode causar irritabilidade, insônia, diarreia (pois ela atua também como um diurético) e palpitações no coração. A dose letal para uma pessoa adulta de 70 kg é de 10 g (isto é o que contém 100 xícaras de café, 200 latas de refrigerante de cola e 50 kg de chocolate). A cafeína é absorvida pelo trato intestinal de forma rápida e completa, apresentando biodisponibilidade de 100% e alta solubilidade tanto em água quanto em solventes orgânicos não polares. A cafeína atravessa rapidamente as membranas celulares, assim como a barreira hematoencefálica e placentária, atingindo grandes concentrações em todo o corpo, inclusive no encéfalo. As grandes diferenças observadas na concentração plasmática da cafeína em cada indivíduo, após administração da mesma dose, estão relacionadas principalmente às variações do metabolismo. Essas variações dependem de quatro fatores: polimorfismos genéticos, indução e inibição metabólica do citocromo P450, alterações individuais (sexo e peso), e a existência de hepatopatia.

A sua fórmula molecular:  C8H10N4O2





Como podemos ver a molécula de paracetamol é bem complexa, nela estão presentes vários grupos funcionais: grupo carbonila (C=O) e hidroxila (O-H), uma estrutura aromática (anel benzeno) e uma nitrila (– CN). A síntese do ácido acetilsalicílico possui como catalisador o ácido sulfúrico (H2SO4). O anidrido acético é quebrado em duas moléculas. Uma delas ataca o benzeno e retira o grupo OH, e a outra une-se ao grupo OH que saiu do benzeno e forma o ácido acético. Porém, o ácido acetilsalicílico pode interagir com outras drogas, como exemplo, uma dessa interação pode ser feita com o paracetamol e deve também levar em consideração a possibilidade de efeitos aditivos ou múltiplos que conduzem a danos na formação de coágulos sanguíneos e/ou que o risco aumentado de sangramento podem ocorrer se um salicilato, especialmente ácido acetilsalicílico, se for usado simultaneamente com qualquer medicamento que possua um potencial significativo para causar hipoprotrombinemia, trombocitopenia, ulceração ou hemorragia gastrointestinal. 






segunda-feira, 29 de abril de 2019


Abril 10,2019


Construindo uma pilha de oxirredução com Matérias recicláveis

Escola estadual Professor Edilson Souto Freire
Dias Dávila-Ba
(Rua da Holanda S/N-Zona Urbana -Urbis )
E-mail:
Docente : Samuel Nunes de Santana
Turma 3•DM



Alunas : Geovania Franca Santos
Isabela de Jesus dos Santos
Raquel da Silva Lima
Fernando Santana


1. RESUMO

 Este trabalho foi sugerido pelo professor de física, Samuel, com a intenção de fugir um pouco dos métodos convencionais de estudo, e fazer com que nos aproximássemos mais da física de uma maneira direta e palpável, para que a gente aprendesse praticando. Em seu desafio foi proposto criar pilhas caseiras com diferentes tipos de soluções eletrolíticas. Medindo sua resistência interna, força eletromotriz (FEM), e a sua (DDP) Diferença de potencial. Nesse projeto utilizamos materiais caseiros e sucatas, com esse experimento pudemos chegar ao resultado almejado de acender uma pilha com dois volts.
Palavras Chave: eletricidade, oxidação, pilha caseira.


2. Introdução:

A evolução das pilhas mudaram nossas vidas, aparelhos elétricos de hoje em dia tem uma durabilidade e capacidade elétrica bem maior em relação às de antigamente. Elas dão a vida a vários equipamentos em geral, sem fazer barulho, muitas vezes passando despercebidas elas estão a todo tempo realizando a sua função. E como elas surgiram e se aprimoraram, será mostrado a seguir:
Em seguida mostraremos como fizemos a pilha funcionar e ter nosso resultado obtido !


  • Histórias das pilhas : 



 2.1 Pilha de Alessandro Volta

Uma pilha é um instrumento que modifica a energia química em energia elétrica, onde os metais diferentes que trocam elétrons entre si realizam um processo de oxirredução, produzindo um fluxo de corrente elétrica que pode ser utilizada. A primeira pilha elétrica foi criada em 1800 pelo físico Alessandro Giuseppe Antônio Anastácio volta, a pilha foi homenageada com o seu sobrenome “Volta”, a pilha voltaica ou galvânica, é construída por discos alternados de metais diferentes e umedecidos por um liquido salgado. Segue intercalando esses metais até estruturar uma coluna, e nas suas bordas são ligadas um fio condutor externo.






2.2 Pilha de Daniell:  

 Criada no ano de 1836, pelo químico John Frederic Daniell, formada a partir de uma folha de zinco encharcada em um liquido de sulfato de zinco (ZnSO4) e uma folha de cobre encharcada numa solução de sulfato de cobre (CuSO4) e entre elas, uma ponte salina que permite o fluxo de íons , sem ela a corrente finda e a pilha para , e conectando a placa de zinco com a placa de cobre tem um fio metálico com uma lâmpada . Na placa de zinco ocorre a oxidação e na de cobre ocorre à redução, os elétrons correm da placa de zinco para a de cobre e os íons que estão na ponte salina vão para as duas soluções.




























2.3 : pilha de Grove





 Criada no ano de 1844, pelo físico William Robert Grove, ela é considerada como a fonte de energia do futuro. Sua pilha foi feita com uma folha de zinco mergulhada em acido sulfúrico, cortada por uma barreira permeável com outro tipo de solução, realizada em uma placa de platina imergida em acido nítrico. A pilha de Grove não deu certo, além de a reação química resultar em um produto prejudicial à saúde, a voltagem caía aos poucos à medida que a pilha descarregava.


 2.4 Pilha de Leclanché

 Foi criada no ano de 1866, pelo engenheiro francês , George Leclanché, a pilha ficou batizada com o seu sobrenome ,mas também ficou conhecida como pilha ácida , pilha de zinco-carbono e também como pilha seca porque ainda não tinha sido inventada uma pilha que não utilizava soluções aquosas. A pilha possui um centro positivo, que é a barra de grafita cercada por dióxido de manganês, carvão e uma pasta úmida, e o centro negativo, que é o envoltório de zinco. O zinco passa os seus elétrons para o manganês pela barra de grafita central, por causa disso é considerada o campo positivo do circuito externo do transporte de elétrons. O funcionamento da pilha para quando todo o dióxido de manganês é transformado em trióxido de manganês.




 2.5 Pilha de Carl Gassner:




  Gassner em 1887 aperfeiçoou a pilha de Leclanché, dando origem à primeira pilha seca possivel de ser comercializada , a conhecida pilha zinco-carbono. Gassner trocou a solução eletrolítica por uma pasta úmida. Nessa pilha, o zinco surge como recipiente, além de ser o centro negativo. A maioria das “pilhas secas” de hoje em dia é proveniente da pilha de Gassner.


2.6 Pilha de Waldemar Jungner:


 Em 1899, o sueco, Waldemar Jungner, criou a primeira pilha de níquel cádmio, usando um meio alcalino (hidróxido de potássio – KOH), em que encontravam-se eletrodos que eram feitos de níquel e cádmio. A pilha de Junger serviu de inspiração para as primeiras pilhas recarregáveis portáteis. Hoje em dia são mais comuns pilhas aparentadas com as de níquel-metal (NiMH), que possuem uma capacidade superior e são menos nocivas.



2.7 John B. Goodenough o pai da bateria de íon-lítio (Li-Ion):

Em 1980, o químico americano John B. Goodenough dirigiu um grupo de investigação da Sony pra elaborar uma opção mais segura da bateria de lítio recarregável. Foi apenas em 1991, que a Sony Corporation vendeu a primeira bateria de íon de lítio. À bateria tem esse nome porque o causador encarregado tanto pela oxidação quanto pela redução é o lítio (Li+). A bateria de íon de lítio está presente em vários aparelhos portáteis recarregáveis modernos, ela é recarregável porque o seu sistema de descarga é convertível, quando aplicado uma corrente constante transmitida por um transformador. O funcionamento acontece porque os íons de lítio que se encontram em um solvente não consistente de água saem do ânodo para o cátodo causando semi-reações e reação global. Quando essa bateria é recarregada acontece o contrário e os íons de lítio saem da estrutura lamelar do óxido para a grafita. A sua vida útil varia de 300 a 500 ciclos, contamos um ciclo quando a bateria descarrega até 0% e depois você coloca pra carregar até 100% , isso dá mais ou menos uns dois anos de funcionamento, mas se você descarregar seu celular só 10% e colocar pra carregar até que complete os outros 90%, não se preocupe, porque a bateria de íon de lítio ao contrário da pilha antiga de Níquel Cádmio não junta impurezas na parte não carregada , portanto ela não vicia e não sofre problemas no seu desempenho . As baterias de Li-Íon são altamente inflamáveis, por isso elas são seladas, por isso é muito importante nunca furar as baterias de íon de lítio porque elas podem explodir assim que entrar em contato com o oxigênio.




























  • Procedimentos experimentais


teste : pilha de Água sanitária e sal :
Matérias : cobre
Alumínio
Água sanitária
Lâmpada de led
Água mineral



Passo a passo : 1- cortar o aluminio ( lata de cerveja )
Depois lixar bem ele até que não sobre nenhum resíduo
2- pega o fio de cobre e lixar bem
3- hora de fazer os furos nos recipientes : com um estilete pegamos e furamos a tampa do recipiente do tamanho do cobre e do alumínios
4- logo após enfiamos o fio de cobre e o pedaço do alumínio no corte deixando um pedaço de cada no lado de fora
5- botamos a água sanitária dentro do recipiente e tampamos o vaso




Resultado :
Conseguimos obter a voltagem necessária para acender o led, o resultado obtido foi 2,0 V.

•Circuito em séries e em paralelos

Fizemos duas pilhas , pegamos fio de telefone e fizemos uma ligação uma parte do fio ligada ao cobre e o outro ao alumínio porque se trata de uma ligação de série e paralelos ,e por fim pegamos dias lâmpadas ligadas ao fio e fizemos a ligação , ela demorou um pouco de acender , mais acendeu e obtemos o resultado .


Realizamos as medidas da pilha com um multímetro, que é um equipamento capaz de medir grandezas em corrente contínua, que é a série ordenada de elétrons sempre em um sentido e formada pelos centros positivo e negativo, formado por baterias e pilhas. Já a corrente alternada é uma corrente elétrica cuja direção muda no tempo é formada por fases (e, muitas vezes, pelo fio neutro), sendo achada nas tomadas de rede elétrica. Eles são vendidos com dois fios, um vermelho e um preto, com uma espécie de pregador de metal na ponta que são as pontas de prova. O fio preto deve ser ligado no ponto do multímetro indicado com GND ou COM (este é o chamado “terra”). A vermelha pode ser ligada em outras entradas, mas para grande parte das medidas feitas, a ligação é feita no ponto marcado com V-W-mA. Nele tem uma chave giratória que serve para escolher o tipo de medida elétrica.
V – Tensão DC/AC – função conhecida como voltímetro (mede volts). Volt é a grandeza física que, em um circuito elétrico, empurra os elétrons ao longo de um condutor, conduzindo energia elétrica em maior ou menor potência, é o trabalho por unidade de carga feita pelo campo elétrico (lugar onde são feitas especialmente as cargas elétricas de qualquer tipo). O volt é uma unidade de capacidade elétrica, voltagem e força eletromotriz (mover a carga elétrica através de um circuito, tanto interior como exterior, ao próprio gerador). Voltagem e volt são expressões que homenageiam Alessandro Volta, criador da pilha voltaica em 1880.

mA – Corrente DC/AC – função conhecida como amperímetro (mede amperes), unidade de medida de intensidade elétrica que corresponde a um milésimo de ampere. Ampere é a unidade nomeada em homenagem a André-Marie Ampère, ele é a unidade de medida da corrente elétrica que corresponde a uma corrente elétrica constante que passa por dois fios retos correspondentes, de comprimento ilimitado e parte reta desprezável, localizados no vácuo e afastados 1 metro um do outro, a qual produz uma força entre os mesmos de 2 x 10-7 N/m (0,0000002 newtons por metro.
W (ou a letra ômega maiúscula do alfabeto grego, que parece uma ferradura) – Resistência – função conhecida como ohmímetro (mede ohms). Ohms, representados pela letra grega ômega, e é uma resistência elétrica, uma unidade de medida reconhecida pelo SI (Sistema Internacional de Unidades). Em homenagem a Georg Simon Ohm, que descobriu as ligações matemáticas que abrangem as dimensões dos condutores e as grandezas elétricas, criando assim a chamada Lei de Ohm .Ohms é a relação entre a tensão de um volt e uma corrente de ampère.


Leis de Ohm:
A Primeira Lei de Ohm propõem que um condutor ôhmico (resistência constante) mantido à temperatura constante, a intensidade (i) de corrente elétrica será adequada à diferença de potencial (ddp) usada entre suas extremidades.
Ou seja, sua resistência elétrica é constante. Ela é representada pela seguinte fórmula:

OU



Onde:
R: resistência, medida em Ohm (Ω)
U: diferença de potencial elétrico (ddp), medido em Volts (V)
I: intensidade da corrente elétrica, medida em Ampére (A).

Segunda Lei de Ohm
A Segunda Lei de Ohm estabelece que a resistência elétrica de um material seja diretamente proporcional ao seu comprimento, inversamente proporcional à sua área de secção transversal. Além disso, ela depende do material do qual é formado, é reconhecida pela seguinte fórmula:


Onde:
R: resistência (Ω)
ρ: resistividade do condutor (depende do material e de sua temperatura, medida em Ω.m)​
L: comprimento (m)
A: área de secção transversal (mm2)






Algumas funções de um multímetro e como usá-lo : 




O multímetro é capaz de medir:

• Corrente elétrica (contínua e alternada) – função amperímetro
• Tensão elétrica (contínua e alternada) – função voltímetro
• Resistência elétrica - função ohmímetro
• Capacitância
• Frequência de sinais alternados
• Temperatura
• Entre outros
Medidas de Tensão DC: Posicione a chave rotativa em uma das faixas V= (200mV, 2000mV, 20V,200V ou 600V).
Medidas de Tensão AC: Posicione a chave rotativa em uma das faixas V~(200V ou 600V).
Medidas de Resistência: Posicione a chave rotativa em umas faixas Ω (200Ω, 2000Ω, 20kΩ, 200kΩ,2000kΩ).
Medidas de Corrente DC: Nunca tente efetuar a medida de corrente em um circuito onde a tensão de circuito aberto entre o circuito e o terra seja maior que 250V. Se o fusível se queimar durante uma medida, o instrumento pode ser danificado ou o usuário sofrer ferimentos. Utilize os terminais, função e faixa de medida apropriada. Quando o instrumento estiver configurado para medir corrente, não coloque as ponta de prova em paralelo com nenhum circuito. Posicione a chave rotativa em uma das faixas A= (200µA, 2000µA, 20mA,200mA ou 10A). Lembre-se que para medida na faixa 10A, deve-se usar a entrada de 10A.
Teste de hFE de Transistor:
Posicione a chave rotativa em hFE. Identifique o tipo de transistor (NPN ou PNP) e conecte os terminais emissores, base e coletor aos pontos correspondentes do soquete de teste. Para teste de LED, insira os terminais do componente onde a indicação LED + - é mostrada no soquete.

Geradores Elétricos:

Os geradores elétricos são todos aqueles dispositivos capazes de transformar qualquer forma de energia em energia elétrica, as pilhas e baterias são alguns tipos de geradores elétricos. Representação do gerador:
E= força eletromotriz
r = resistência interna do gerador (Ohms)
i= corrente elétrica (Ampères- A)
V= tensão útil (Volts - V)
Equação do gerador:
V=E-r.i
V= tensão utilizável pelo circuito
E = tensão total fornecida pelo gerador (fem)
r.i = queda de tensão pela resistência interna do gerador .


Cálculo :
ε = U+r.i
2,02=2,1+0,1
r. 0,6²/1000=0,3¹
r=1000/2= 500 ohms
FEM= 2,02
i=0,58 mA =0,6 mA
ε = 2,03 V = 2,02 V
DDP= U = 2.0 V



Resistores:

Os resistores são componentes de circuitos elétricos que possuem a finalidade de limitar a corrente elétrica ou gerar calor.
Os resistores são componentes de circuitos elétricos que possuem a finalidade de limitar a corrente elétrica ou gerar calor.
Resistor presente uma gerador, limita a corrente elétrica e produzir queda de tensão
Esse resistor fica fixado na parte de dentro do chuveiro. Para selecionar o tipo de banho que se deseja tomar, existe na sua parte exterior uma chave seletora que é capaz de mudar o tipo de resistência, aumentando ou diminuindo a potência do chuveiro e, consequentemente, a temperatura do banho.



Conclusão:

No começo do nosso projeto tivemos muitas dificuldades, tanto para entender a proposta do projeto quanto com a participação dos integrantes do grupo na confecção das pilhas. conseguimos obter os resultados esperados nos primeiros protótipos, Com ajuda do nosso professor pudemos compreender as dúvidas que estavam bloqueando o nosso aprendizado com tipo do projeto proposto, e por fim pudemos entender o objetivo do trabalho, que era aprender praticando.


Referências:

Referencias das imagens :

[1] https://media.gettyimages.com/photos/alessandro-italian-physicist-known-especially-for-the-development-of-picture-id534256350
[2] 

https://alunosonline.uol.com.br/upload/conteudo_legenda/d13cae121eb0bca8b09801236115c95d.jpg
[3]https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/a0/Daniell%C5%AFv_%C4%8Dl%C3%A1nek_001.png/220px-Daniell%C5%AFv_%C4%8Dl%C3%A1nek_001.png
[4] https://i2.wp.com/www.amegaloja.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/08/how-to-take-betterfamily-vacationpictures-16.png
[5] https://s3.static.brasilescola.uol.com.br/img/2012/10/leclanche.jpg
[6] https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEja_CnVjhQCWI7khmu5QFb2ST9RuhRh3DfI94dksPsTTfRTfuSPDjxFJNGc8kBLWWnyzlMULqeLYTbFriuQGxij85eEiFAlHbIoC3GB9YFrzUdHIWQPgNJIJWUdWwRr7QSHXz-3NueyGII/s1600/10-3.jpg
[7] https://www.pinterest.pt/pin/424323596114622149/
[8]http://static.wixstatic.com/media/584d8f_f42732aa208a4ff0a0bb417645d46fde~mv2.png/v1/fill/w_303,h_225,al_c,lg_1/584d8f_f42732aa208a4ff0a0bb417645d46fde~mv2.png
[9] https://i1.wp.com/www.amegaloja.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/08/how-to-take-betterfamily-vacationpictures-7.png
[10] https://i1.wp.com/www.amegaloja.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/08/how-to-take-betterfamily-vacationpictures-17.png?fit=782%2C386
[11] http://meiobit.com/wp-content/uploads/2017/03/20170308li-ion-battery.jpg